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39º Encontro Nacional de Praticagem: USP-TPN: Uso de simulação dinâmica e modelos hidrodinâmicos no projeto detalhado de canais de acesso e arranjo portuário

 

O Professor da USP, Eduardo Aoun Tannuri apre­sen­tou deta­lhes sobre a estru­tu­ra por­tuá­ria de acor­do com a evo­lu­ção dos navi­os e com movi­men­to das marés. Ele des­ta­cou as nor­mas que regem a padro­ni­za­ção de medi­das para canais de aces­so, canais de evo­lu­ção, giro, área abri­ga­da, área desa­bri­ga­da e outros.

Após citar a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e a nova nor­ma da PIANC, em seu rela­tó­rio 121 como refe­rên­ci­as impor­tan­tes para os pro­je­tos de ade­qua­ção dos por­tos, ele des­ta­cou a evo­lu­ção tec­no­ló­gi­ca dos equi­pa­men­tos que for­ne­cem máxi­ma pre­ci­são para as ope­ra­ções e mano­bras rea­li­za­das nos por­tos em todo o mun­do.  “A nor­ma ABNT está sen­do revi­sa­da este ano. Não está apro­va­da ain­da, mas está em fase pré­via para lan­ça­men­to em con­sul­ta públi­ca”, revelou.

Eduardo Tannuri abor­dou o fun­ci­o­na­men­to dos simu­la­do­res de mano­bras e obser­vou que para cer­ti­fi­ca­ção des­se tipo de equi­pa­men­to a comu­ni­da­de cien­tí­fi­ca deve ter aces­so ao que está sen­do fei­to com o obje­ti­vo de oti­mi­zar o desem­pe­nho dos por­tos bra­si­lei­ros. “O pri­mei­ro pas­so para melho­rar a qua­li­da­de dos simu­la­do­res de mano­bras é expor os mode­los”, defen­deu. Ele fina­li­zou dizen­do que a aná­li­se de ris­co será impor­tan­te variá­vel e esta­rá mui­to pre­sen­te na nova regu­la­men­ta­ção da ABNT.