A Praticagem da Barra do Pará, mais uma vez, não mediu esfor­ços para coo­pe­rar com a Marinha do Brasil nas ati­vi­da­des de bus­ca e sal­va­men­to (SAR) na região. De 4 a 13 de mar­ço, a empre­sa cola­bo­rou nos tra­ba­lhos para encon­trar as víti­mas do nau­frá­gio da embar­ca­ção Anna Karolina III, ocor­ri­do, no sul do Amapá (AP), em 28 de feve­rei­ro.

A equi­pe téc­ni­ca de bati­me­tria da empre­sa uti­li­zou equi­pa­men­tos pró­pri­os que foram ins­ta­la­dos no Aviso Hidroceanográfico Fluvial “Rio Tocantins”, do Centro de Hidrografia e Navegação do Norte. Com a bati­me­tria mul­ti­fei­xe rea­li­za­da, foi pos­sí­vel cal­cu­lar a pro­fun­di­da­de da embar­ca­ção nau­fra­ga­da, infor­ma­ção que auxi­li­ou os mer­gu­lha­do­res dos Corpos de Bombeiros do Pará, Amapá e Amazonas que atu­a­ram nos res­ga­tes dos cor­pos apri­si­o­na­dos na embar­ca­ção.

A Barra do Pará tam­bém rea­li­zou, por soli­ci­ta­ção do Comando do 4° Distrito Naval, um levan­ta­men­to hidro­grá­fi­co de cer­ca de 500 metros ao lon­go do lei­to do Rio Amazonas, com os obje­ti­vos de veri­fi­car o “com­por­ta­men­to” do fun­do do rio, ave­ri­guar a exis­tên­cia de obs­tá­cu­los na área e auxi­li­ar no pla­ne­ja­men­to e na exe­cu­ção da ope­ra­ção de reflu­tu­a­ção da embar­ca­ção.

Todos os dados e ima­gens gera­dos foram entre­gues ao Comandante do Aviso “Rio Tocantins”, res­pon­sá­vel pelo empre­go e pela retrans­mis­são das infor­ma­ções obti­das.

Coope­rar com ati­vi­da­des de bus­ca e sal­va­men­to sem­pre que soli­ci­ta­da é um dos deve­res da Praticagem do Brasil pre­vis­tos nas Normas da Autoridade Marítima para o Serviço de Praticagem (NORMAM-12/DPC).