Estrutura Operacional da Praticagem

Estacão de Praticagem – Atalaia

A Atalaia está estruturada de forma que possa atender de maneira eficiente e ininterrupta às necessidades do serviço de praticagem. Faz parte do conjunto de suas instalações, a área para atracação das lanchas. Nas áreas em que, devido as características da região, não é possível agrupar todas as partes de sua estrutura operacional num mesmo local, elas estão localizadas o mais próximo possível uma das outras e, com meios de comunicação confiáveis e suficientes para garantir sua operação como se estivessem agrupadas. Compõe também a sua estrutura operacional, instalações apropriadas para alojar os práticos de serviço, bem como, as tripulações das lanchas que estiverem de prontidão. Na Atalaia é feito o controle dos navios que farão uso de seus serviços.

Dotação Mínima
As Atalaias são homologadas pelo Representante Regional/Local da Autoridade Marítima para operar e, para tanto, são dotadas de itens mínimos e necessários que atendam ao serviço de praticagem. Poderão ser instalados outros equipamentos a critério da associação de praticagem, ou do responsável pela Atalaia, para auxiliar nas tarefas diárias.

A seguir é apresentada a dotação mínima:

a) Comunicações

1) Linhas telefônicas em número suficiente à atender ao serviço, sendo que uma delas acoplada a um aparelho de facsímile;
2) Dois equipamentos em VHF – marítimo, com chamada seletiva digital;
3) Equipamento em HF, multifrequencial;
4) Equipamentos portáteis de VHF, com capacidade de comunicações com a lancha de prático e o navio a ser praticado;
5) Operadores radiotelefonistas bilingües (inglês-português) disponíveis 24 horas ininterruptas; e
6) Dispositivos de energia de emergência, de modo que, em caso de falta de luz na área, a comunicação não fique interrompida.

b) Equipamentos Meteorológicos

1) Anemômetro;
2) Termômetro de máxima e mínima; e
3) Barômetro.

c) Publicações Disponíveis para Uso

1) Regulamento Internacional para Evitar Abalroamento no Mar (RIPEAM);
2) Almanaque Náutico;
3) Tábua de Marés;
4) Roteiro;
5) Lista de Faróis;
6) Lista de Auxílio Rádio;
7) Tabela da Escala Beaufort;
8) Código Internacional de Sinais (CIS);
9) Relação de Estações Costeiras da Embratel;
10) Cartas Náuticas de toda a ZP e as áreas adjacentes, atualizadas;
11) Avisos aos Navegantes;
12) Régua paralela e compasso para plotagem de posição;
13) Quadro com a carta náutica da ZP, com os pontos que delimitam a referida ZP, ponto de espera de prático, pontos de fundeio, áreas de quarentena e demais pontos notáveis da jurisdição;
14) Normas e Procedimentos da Capitania da área de jurisdição da ZP;
15) Normas Reguladoras da Autoridade Portuária;
16) Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário (LESTA);
17) Regulamentação da LESTA (RLESTA); e
18) Normas da Autoridade Marítima (DPC).

d) Material de Salvatagem

Possui coletes salva-vidas para os Práticos e Praticantes de Prático.

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