Seguindo os pro­to­co­los de pre­ven­ção con­tra a Covid-19, Tony Correia vol­ta aos pal­cos com “Navegar é Preciso”, que con­ta a his­tó­ria da pri­mei­ra cir­cum-nave­ga­ção da Terra nos anos 1500. Realçado por músi­ca e poe­sia, o espe­tá­cu­lo come­mo­ra 20 anos e tem o apoio da Embaixada de Portugal e da Praticagem do Brasil.

A pri­mei­ra ence­na­ção será no dia 19 de junho, às 17h, no Museu Naval, no Centro do Rio de Janeiro, com limi­ta­ção de 60 luga­res de acor­do com os pro­to­co­los sani­tá­ri­os. O pro­gra­ma inclui visi­ta ao museu, tea­tro e degus­ta­ção de vinhos e igua­ri­as por­tu­gue­sas, no valor de R$ 150. O ingres­so pode ser adqui­ri­do dire­ta­men­te no local.

Também estão pro­gra­ma­das apre­sen­ta­ções no Clube Português de Niterói (24/06) e na Faculdade Cesgranrio (a defi­nir). Além do ator Tony Correia, a equi­pe é com­pos­ta da can­to­ra Júlia Russell e do músi­co Wagner Russell.

Sobre os 500 anos da circum-navegação

Em setem­bro de 1519, par­tia de Sevilha a pri­mei­ra expe­di­ção marí­ti­ma de vol­ta ao mun­do. Planejada e coman­da­da pelo por­tu­guês Fernão de Magalhães, a ser­vi­ço da Corte espa­nho­la, a via­gem reu­nia cin­co navi­os e cer­ca de 240 tri­pu­lan­tes. O obje­ti­vo era alcan­çar as Ilhas Molucas (das espe­ci­a­ri­as) pelo Ocidente. Três anos depois, ape­nas o navio Victoria retor­nou sob o coman­do do espa­nhol Juan Sebastián Elcano, com um total de 18 homens que enfren­ta­ram, além do des­co­nhe­ci­do, todo tipo de intem­pé­rie, como fome, frio, doen­ças e motins. Magalhães aca­bou mor­ren­do em com­ba­te duran­te a jor­na­da, nas Filipinas, mas foi reco­nhe­ci­do pelo his­tó­ri­co feito.