A ati­vi­da­de de pra­ti­ca­gem é pou­co conhe­ci­da dos pro­du­to­res do agro­ne­gó­cio e ain­da está cer­ca­da de inver­da­des como as ques­tões do pre­ço do ser­vi­ço e do cus­to. A afir­ma­ção é do dire­tor exe­cu­ti­vo do Movimento Pró- Logística de Mato Grosso, Edeon Ferreira, anfi­trião do Centro-Oeste Export, em Rondonópolis (MT). Ele con­vi­dou o pre­si­den­te do Conselho Nacional de Praticagem (Conapra), Ricardo Falcão, para par­ti­ci­par em feve­rei­ro da reu­nião da Câmara Temática de Infraestrutura e Logística do Agronegócio (CTLOG), no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

– No geral, os pro­du­to­res do agro­ne­gó­cio não conhe­cem o ser­vi­ço de pra­ti­ca­gem. Quem conhe­ce são as tra­des, que fazem o esco­a­men­to da pro­du­ção para o mer­ca­do inter­no e exter­no. Ainda exis­tem mui­tas inver­da­des sobre o ser­vi­ço de pra­ti­ca­gem, de que é mui­to caro e que é res­pon­sá­vel por um dos cus­tos Brasil – afir­mou Edeon.

Para o dire­tor, é pre­ci­so que o setor pro­du­ti­vo conhe­ça cada vez mais a ati­vi­da­de, tra­ba­lho que vem sen­do desen­vol­vi­do pelo Conapra:

– É um ser­vi­ço neces­sá­rio, por­que nin­guém conhe­ce melhor o Rio Amazonas ou a pro­xi­mi­da­de dos por­tos como a praticagem.