Praticagem do Rio de Janeiro Resgata Náufragos na Baía de Guanabara

Por volta das 22h20min, do dia 14 de fevereiro, a Praticagem do Rio de Janeiro foi contatada pelo Rebocador Far Star informando que ocorria um naufrágio próximo à sua posição à noroeste da Ponte Costa e Silva na Baía de Guanabara, solicitando ajuda para resgatar 12 pescadores no mar. A Praticagem do Rio de Janeiro, mantendo uma sólida estrutura logística, funciona 24h por dia, sete dias por semana, estando habilitada a prestar os primeiros socorros no mar em casos de emergência, além da atividade fim de transportar os Práticos para auxiliarem os Comandantes dos navios nas manobras de atracação nos terminais e portos do Estado do Rio de Janeiro. Primeira a chegar no local, a lancha de Praticagem Pilot 9 respondeu prontamente ao chamado se dirigindo imediatamente para a área, resgatando 10 dos 12 náufragos. Dois deles conseguiram nadar até o Rebocador Far Star. Com a chegada da lancha da Capitania dos Portos do Rio de Janeiro, 3 dos pescadores foram levados para a Capitania. Além dos náufragos, os tripulantes da Pilot 9 também prestaram depoimentos na Capitania e foram liberados.

Fórum de Discussões Hidroviárias e Portuárias, em Curitiba,PR. Portos necessitam de planejamento estratégico, investimentos antecipados e foco na formação de especialistas, defende Diretor-Presidente do CONAPRA

CIAGA inaugura Sala “Praticagem de Pernambuco” totalmente remodelada.

imag-sO Prático BRUNO MARQUES GARCIA (ZP 09) e o Almirante FALCÃO (Superintendente de Ensino do CIAGA) descerram a placa de inauguração da sala K-106, na presença do Diretor-Presidente do CONAPRA, Prático Gustavo Martins, do Comandante do CIAGA, Almirante LOURENÇO, do Prático JULIO CESAR DE SOUZA PEREIRA (ZP 09) e dos Práticos Instrutores e Alunos da turma 08/2016 do ATPR.

A sala foi completamente reformulada sob o patrocínio da PRATICAGEM DE PERNAMBUCO (ZP 09), tendo sido guarnecida com modernos recursos instrucionais, computador, projetor e tela automática elétrica, além de receber novo ar condicionado, novas cortinas, novo piso cerâmico e novas instalações elétricas e de rede.

Com esta reformulação, os alunos da EFOMM terão a oportunidade de aproveitar novas instalações e os professores e instrutores do CIAGA terão a sua disposição recursos instrucionais no estado da arte.

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Da esquerda para à direita, o Almirante FALCÃO (Superintendente de ensino), Almirante LOURENÇO (Comandante do Ciaga), GUSTAVO MARTINS (Diretor-Presidente do Conapra), o prático JULIO CESAR DE SOUZA PEREIRA e o prático  JULIO CESAR DE SOUZA PEREIRA.

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Tramita na Câmara dos Deputados em Brasília, Projeto de Lei que pretende inscrever o nome de Francisco José do Nascimento, o Dragão do Mar, no Livro dos Heróis da Pátria.

Tramita na Câmara dos Deputados em Brasília-DF, o Projeto de Lei nº 4.626, de 2016, de autoria do ilustre Senador José Pimentel, que pretende inscrever o nome de Francisco José do Nascimento, o Dragão do Mar, no Livro dos Heróis da Pátria.

Francisco José do Nascimento, conhecido como o Dragão do Mar, nasceu em Canoa Quebrada, Aracati, Estado do Ceará, em 15 de Abril de 1839. Francisco nasceu em família humilde, filho do pescador Manoel do Nascimento e da rendeira Matilde Maria da Conceição. Pescador, tornou-se chefe dos condutores de jangadas e botes do litoral da capital cearense e trabalhou nas obras do porto de Fortaleza (1859). Empregou-se como marinheiro em um navio que fazia a linha Maranhão-Ceará e, anos mais tarde, foi nomeado prático da Barra de Fortaleza pela Capitania dos Portos do Ceará (1874).

É considerado o maior herói a favor da libertação dos escravos no Ceará. Francisco José do Nascimento se envolveu na luta pelo abolicionismo, liderando os jangadeiros que trabalhavam no porto do Ceará para impedir que os cativos embarcassem nos navios que faziam o tráfico negreiro para as províncias do Sul. A recusa do transporte dos escravos, feito pelos jangadeiros, até os navios negreiros culminou com a decretação, pela então Província do Ceará, da abolição da escravatura naquela região com absoluto pioneirismo no Brasil.

É dele a célebre frase “não há força bruta no mundo que faça o tráfico negreiro ser reaberto no Ceará”.

Uma vez aprovado o parecer favorável na CCJC – Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, e não havendo requerimento para deliberação da proposição em Plenário, o projeto está pronto para ser sancionado pelo Presidente da República.

A Praticagem do Brasil aguarda que essa justa homenagem seja sancionada.

Em 07 de dezembro de 2016

Infartado em alto mar, pescador é salvo pela praticagem

O pescador Efrísio Cardoso, de 65 anos, foi salvo pela praticagem de Barra do Rio Grande (RS), na manhã desta quarta-feira (28/09), depois de sofrer infarto quando navegava a mais de 50 quilômetros da costa. Por volta das 8h10, um chamado da Autoridade Marítima pelo rádio colocou em alerta a Zona de Praticagem da Barra do Rio Grande (ZP-19). Era o pedido de socorro para o barco de pescadores, que estava com um tripulante em estado grave.

A lancha Praticagem Pilot Boat 1 partiu para o salvamento por volta das 9h, pilotada pelo mestre Wiliam e o marinheiro Alcino, tendo ainda a bordo a médica da Marinha Fátima Vieira e a enfermeira Tatiana Coreia e todos os equipamentos de salvamento previstos em caso de emergência. Por volta das 10h50, o pescador foi levado em ambulância da Marinha para a Santa Casa de Rio Grande, onde recebeu os cuidados hospitalares.

“A agilidade no resgate ajudou a salvar mais uma vida”, comentaram as autoridades do 5º Comando Naval.

Segundo relato do Comandante Pedro Luppi, secretário executivo da ZP 19, o barco dos pescadores estava a mais de 50 quilômetros distante da costa, mas a distância não causou nenhum prejuízo à vítima, que recebeu atendimento médico, oxigênio e soro até a chegada ao porto, onde uma ambulância da Marinha fez o transporte do pescador até o hospital.

Luppi lembrou que esta é a segunda vez este ano, que a Praticagem da Barra do Rio Grande socorre pessoas em perigo. Em fevereiro último, o pedido de socorro veio do barco de pescadores Carlos Ávila I, que estava com um tripulante gravemente ferido.

A lancha usada nas duas operações possui todos os equipamentos necessários para a realização de salvamentos e primeiros socorros. Desde luvas e equipamentos médicos até o sistema automático de identificação de embarcações (AIS), usado para localizar navios distantes da costa e que não podem ser vistos a olho nu. “Essa lancha alcança vinte e seis nós em velocidade máxima”, informou o comandante Pedro Luppi.

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Mais uma vida salva pela Praticagem

Resgate de pescador só foi possível porque serviço de Praticagem do porto de Rio Grande funciona 24 horas por dia, sete dias por semana durante todos os dias do ano, em apoio à Autoridade Marítima.

Na última quinta-feira, 25 de fevereiro, um chamado da Autoridade Marítima pelo rádio, colocou em alerta a Zona de Praticagem da Barra do Rio Grande (ZP-19). O chamado, que aconteceu às 9h10 da manhã era um pedido de socorro para o barco de pescadores, Carlos Àvila I, que estava com um tripulante gravemente ferido.

Dez minutos depois, a lancha da Praticagem, tendo a bordo tripulantes treinados em salvamento, partiu em direção ao barco Carlos Ávila I que se encontrava a 25 quilômetros de distância (15 milhas náuticas) da costa. Rapidamente o acidentado recebeu os primeiros cuidados ainda no barco de pesca, foi imobilizado, e em menos de meia hora já estava na Atalaia (base das empresas de Praticagem). Em seguida, foi colocado numa ambulância e encaminhado para a Santa Casa de Rio Grande.

Tinha pouca chance de sobrevivência não fosse a agilidade e rapidez com que recebeu o socorro da praticagem. “Autoridade Marítima recorreu à Praticagem porque tem a certeza de que o serviço funciona 24h por dia, sete dias na semana, em todos os dias do ano. Além disso, possui equipamento e pessoal qualificado para realização desse tipo de resgate”, disse o presidente do Conselho Nacional de Praticagem (Conapra), Gustavo Martins.

A lancha usada na operação possui todos os equipamentos necessários para a realização de salvamentos e primeiros socorros. Desde luvas e equipamentos médicos até o sistema automático de identificação de embarcações (AIS), usado para localizar navios distantes da costa, e que que não podem ser vistos a olho nú. “Essa lancha alcança vinte e seis nós em velocidade máxima”, informou o comandante Pedro Luppi, secretário executivo da ZP 19.

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Náufragos são salvos pela Praticagem

A operação de salvamento de náufragos pela Praticagem do Amapá repercutiu de forma positiva em diversos veículos de comunicação, inclusive na TV. Por volta das 21 horas do dia três de novembro último, os tripulantes da embarcação Cristiam Rodrigues, que enfrentavam sérias dificuldades no mar, com risco iminente de naufrágio, efetuaram chamada de socorro pelo rádio. A lancha Bap Caviana da Praticagem foi autorizada pelos práticos Eliel Andrade e Victor Koltunik França, a desviar sua rota para prestar auxílio à embarcação em sinistro. Os marinheiros da lancha da PRATICAGEM, Benedito Moraes Cavalheiro e Rivaldo Cortes Correa, com muita habilidade, conseguiram socorrer os três tripulantes da embarcação, Adimilson de Lima Barbosa, Benedito de Lima Barbosa e Ronivaldo Gama Pinto.

A atitude dos práticos mostra que, mais uma vez, a Praticagem demonstrou o espírito público dos seus profissionais e o compromisso assumido na salvaguarda da vida humana. Abaixo entrevista feita com o prático Eliel Andrade, um dos responsáveis pela operação que salvou a vida dos tripulantes da embarcação Cristian Rodrigues:

Imprensa Conapra: Como teve início o processo de salvamento dos náufragos?

Eliel Andrade: Eu e o Vitor França estávamos no final de uma viagem prestes desembarcar do navio. A lancha da praticagem já estava vindo em direção ao navio para que ocorresse o nosso desembarque, quando pelo rádio, no canal 16, ouvimos o pedido de socorro da embarcação que estava naufragando. Nós sabíamos mais ou menos onde eles estavam e sabíamos que a lancha iria passar perto do local. Imediatamente determinamos à lancha que fosse diretamente socorrê-los ao invés de irem nos buscar.

Imprensa Conapra: Como se deu o salvamento?

Andrade: Quem fez todo o resgate foram os marinheiros da lancha. Localizar a embarcação foi o primeiro desafio, mas com a ajuda do radar e holofotes eles conseguiram localizar rapidamente a embarcação. Outra embarcação nas mesmas circunstâncias provavelmente não teria conseguido fazer o resgate com êxito. Valeu a experiência e habilidade dos marinheiros. Leia mais

Assistam ao vídeo

06- No Brasil – mais de 200 anos – Ser Prático – por Gustavo Martins -Presidente do CONAPRA from Nivea Francisco on Vimeo.

Com a rubrica do Príncipe Regente D. João VI, entrou em vigor o Regimento para os Pilotos Práticos da Barra do Porto da Cidade do Rio de Janeiro, assinado pelo Visconde de Anadia, Secretário de Estado dos Negócios da Marinha e Domínios Ultramarinos.

Foram implantados os primeiros Serviços de Praticagem organizados no Brasil, que apresentavam características que são preservadas até os dias atuais.

Foi definida nítida vinculação dos Serviços de Praticagem com a livre circulação de mercadorias, através da Segurança da Navegação em águas restritas. Decorrente da necessidade gerada pela Abertura dos Portos, outorgada por Carta Régia de 28 de janeiro de 1808, foi reconhecida a demanda de ?Pilotos Práticos desta Barra, capazes e com suficientes conhecimentos, que possam merecer a confiança dos Comandantes ou Mestres das embarcações que entrarem ou saírem deste Porto?

Fonte: Amigos do Mar

Regulação, cabotagem e normas da ABNT e a navegação marítima

A atualização do arcabouço regulatório da atividade marítima, os aspectos técnicos dos planejamentos portuários e análises técnicas em busca de adequação às novas demandas da navegação marítima foram os principais assuntos abordados e debatidos durante o 39º Encontro Nacional de Praticagem, realizado nos dias 15 e 16 de setembro, em Brasília. Leia mais